8 de outubro de 2012

O GRUPO NÃO PARA!

Mais uma publicação do grupo!

Dessa vez a autora é Tainara Veraldo, orientanda do Prof. Dr. Fernando Porto. O texto se chama "APARELHAGEM DA IMAGEM PÚBLICA DA ENFERMEIRA NA REVISTA FON-FON (1916–1931)", e foi publicado na Revista de Pesquisa Cuidado é Fundamental Online. Você pode conferir mais esta publicação aqui!

INTEGRAÇÃO GARANTIDA NA COMEMORAÇÃO DA EEAP

Doutor em Enfermagem pela USP apresenta tese de doutoramento nas comemorações dos 122 anos da Escola de Enfermagem Alfredo Pinto


Doutor Tiago Braga do Espirito Santo egresso da Escola de Enfermagem de Alfredo Pinto e um dos primeiros bolsistas do Laphe apresentou à comunidade acadêmica da UNIRIO o produto do seu processo de doutoramento intitulada “Gênero e Enfermagem: reafirmação de papeis sociais na seção feminina da Escola Profissional de Enfermeiras Alfredo Pinto (1920-1921)” orientado pela Dra. Taka Oguisso, da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo.



Dr. Osnir Claudiano da Silva Júnior, moderador da apresentação do Dr. Tiago Braga











Após apresentação, os presentes dialogaram sobre os resultados encontrados pelo palestrante como contribuição para a construção da história da profissão.



Momento de diálogo entre os presentes e o palestrante

4 de outubro de 2012

O LANÇAMENTO DO ANO!

TRATADO CUIDADOS DE ENFERMAGEM

Os organizadores da obra Tratado Cuidados de Enfermagem, Profa. Dra. Nébia Maria Almeida de Figueiredo e Prof. Dr. Willian César Alves Machado, nos 122 anos da Escola de Enfermagem Alfredo Pinto/UNIRIO, na tarde do dia 27 de setembro de 2012, nas dependências da Instituição, lançaram o livro à comunidade acadêmica do campo da saúde.
O livro foi publicado pela Editora Roca do Grupo GEN. Trata-se de obra com 179 capítulos, destinado aos estudantes e profissionais da área da saúde, em especial, para a enfermagem brasileira.





Momentos de confraternização pelo lançamento da obra:


Os organizadores Profa. Dra. Nébia Maria Almeida de Figueiredo e Prof. Dr. Willian César Alves Machado


Coordenador do Curso de Enfermagem da Universidade Veiga de Almeida Prof. Dr. Marcio Tadeu ao lado do Prof. Dr. Willian César Alves Machado





Corpo Administrativo marca presença na confraternização – da esquerda para a direita - Cleiton, Walter, Carla e Elisa.


Da esquerda para direita, em primeiro plano, Prof. Dr. Willian César Alves Machado, Profa. Dra. Nébia Maria Almeida de Figueiredo e a Diretora da Escola de Enfermagem Alfredo Pinto Profa. Dra. Almerinda Moreira


Momento de confraternização -  Prof. Dr. Willian César Alves Machado e a Representante da Editora Roca Sra. Pilar.

2 de outubro de 2012

HISTÓRIA DA ENFERMAGEM PELO MUNDO

       
      
Nos dias 6 a 8 de setembro de 2012 teve lugar, na Academia de Ciências da Hungria, em Budapeste, a Assembléia Geral do International Committee of Historical Sciences (ICHS), órgão que reúne representantes de Associações Nacionais de História de dezenas de países e de Associações Internacionais de História. O ICHS foi fundado em Genebra, em 1926, e é presidido por um comitê de cinco membros, nomeado por comissão eleita pela Assembléia Geral de representantes. Cada Associação afiliada tem direito a um voto nas deliberações da Assembléia.

A cada cinco anos, realiza-se um Congresso do ICHS, cujos temas e sessões são inscritos pelas Associações afiliadas, selecionados pelos membros do Comitê Executivo e referendados pela Assembléia. Para o XXII Congresso, que terá lugar em Jinan, na China, em 2015, foram inscritos 202 temas e escolhidos 75. A ANPUH teve uma proposta de mesa-redonda aprovada e será responsável por sua organização. Em 2013, os organizadores das sessões abertas do Congresso farão uma chamada para envio de resumos com vistas à composição das mesas.
     
Embora pesquisadores brasileiros já tenham participado de Congressos anteriores do ICHS, é a primeira vez que a ANPUH submete uma proposta e envia um delegado à Assembléia Geral. Convidada pela ANPUH a representá-la nesse fórum, viajei a Budapeste e constatei a importância da organização que reúne diversos campos da pesquisa em História, em termos das abordagens, dos recortes temporais e espaciais. Existe uma expectativa, por parte do ICHS, de que o Brasil se candidate para sediar um encontro futuro, seja uma Assembléia Geral ou, principalmente, um Congresso.
   
Enquanto essa possibilidade é avaliada, repasso aos colegas o convite para que encaminhem ao site do ICHS, via ANPUH, informações sobre eventos de maior envergadura. Também, para que prepararem propostas – de preferência, em associação com outros países – para apresentar à ANPUH e submeter ao programa de futuros Congressos. Por fim, para que observem o call for papers para Jinan 2015.
     
Concluo este relato indicando que a América Latina está representada no ICHS. Hilda Sábato, Professora da Universidade de Buenos Aires, é membro do atual Comitê Diretivo do ICHS; Argentina e México também tiveram propostas aprovadas em Budapeste. Esta presença, todavia, é ainda tímida comparada a outras regiões do mundo. Acredito que aí exista um espaço, acadêmico, simbólico e político, a ser ampliado.




Gabriela Pellegrino Soares
(Professora do Depto de História, USP)



PONTE HISTÓRICA RIO-SÃO PAULO!


Palestra sobre fontes históricas é ministrada por videoconferência à Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto/USP

    O Prof. Dr. Wellington Amorim ministrou palestra por videoconferência na temática “Fontes Históricas”. A temática foi desenvolvida em 24 de setembro de 2012, nas dependências do Laboratório de Pesquisa de História da Enfermagem (LAPHE), para os discentes do Curso de Graduação em Enfermagem da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto/USP, no III Curso de Difusão Cultural Introdução à Metodologia de Pesquisa em História da Enfermagem”.

     Este curso é promovido pelo Grupo de Pesquisa em História da Enfermagem (LAESHE), Departamento de Enfermagem Psiquiátrica e Ciências Humanas da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto-USP e Pró-Reitoria de Cultura e Extensão da Universidade de São Paulo. O objetivo do curso é introduzir o estudante de Graduação em Enfermagem no contexto das pesquisas na área de História da Enfermagem,


Prof. Dr. Wellington Amorim ministrando a palestra.




Imagem da videoconferência com os discentes da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto/USP.

     Cabe destacar que, no período de 09 a 11 de outubro de 2012, os alunos do referido curso (22 alunos) visitarão a Escola de Enfermagem Alfredo Pinto da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro.

Cronograma
09/10/2012
9-12h Análise de texto jornalístico
14-18h Visita à Biblioteca Nacional e ao Museu de Belas Artes
10/10/2012
9-12h Aplicação da matriz de análise de texto jornalístico
13-18h Visita à FIOCRUZ
11/10/2012
8:30-10:30h Análise de documentos escritos e fotográficos
10:30-12h Visita ao antigo Hospício Pedro II
14-17h Matriz de análise fotográfica

     As aulas contarão com a coordenação do Prof. Dr. Wellington Mendonça de Amorim e Prof. Dr. Fernando Porto do Laboratório de Pesquisa em História da Enfermagem – LAPHE.

19 de setembro de 2012

CONVITE


Destacamos, no mesmo, o capítulo 4, do volume I. Com o título História da Enfermagem, o mesmo aborda as seguintes temáticas:

- História da Enfermagem e suas Articulações com as Práticas e Saberes
- Enfermagem: Gênero e Condição Feminina em meados do Século XIX
- Cuidado com o Corpo com Necessidade de Injeções (1890-1949)
- Cuidados com o Corpo nas Páginas do Almanaque "Eu Sei Tudo" (1946)


Haverá serviço de Coquetel no lançamento do livro e  estará  presente a LIVRARIA SINOPSE , que se encarregará da venda dos livros.

Para visualizar a imagem em seu tamanho original, basta clicar sobre ela.

18 de setembro de 2012

PLANEJAMENTO DO LAPHE

Está pronto e disposto na imagem abaixo o planejamento das atividades do Laboratório de Pesquisa em História da Enfermagem, o LAPHE.
 Para ampliar a foto e visualizá-la em seu tamanho original basta dar um clique sobre ela.

11 de setembro de 2012

Anatomia do Útero Gravídico por Leonardo Da Vinci

O entendimento sobre a anatomia do corpo suscitou algumas discussões e estudos através dos tempos históricos. Este transcurso correspondeu a uma disposição de pensamento tutelada pelas pesquisas e motivada pela curiosidade dos fenômenos da natureza e sua relação com o ser humano.
Para Gustavot Diaz, no estudo “Da Anatomia Medieval à Anatomia Moderna – Um pequeno ensaio a partir de Rembrandt” (2009), a anatomia na Europa durante o movimento renascentista conduzia à própria superação das tradições clássicas, que se apresenta como panorama, não apenas de rupturas, mas de contiguidades e repetições.
Os avanços nessa área de conhecimento, até então, era mal estruturada, demandando a desconstrução e a reinvenção de muitos processos, mecânicos e filosóficos, o que perpassou pela anatomia proposta por de Galeno, referente à Idade Média aos tempos idos de Andreas Versalius – mestre de Leonardo da Vinci.
Neste texto imagético, a intenção é ver a anatomia da mulher grávida, na perspectiva de Da Vinci, trata-se do desenho denominado ‘O Útero’. O desenho foi confeccionado à pena e tinta, e esboça o útero com o feto. Dentre seus rabiscos, o olhar do espectador é conduzido à imagem maior, localizada na altura do centro da página do lado esquerdo. O desenho do útero mostra as três camadas de tecido uterino e as irrigações sanguíneas, que poderiam ser identificadas como os vasos sanguíneos.  Além disso, ele possibilita visualizar a estrutura externa, que pode ser entendida como a placenta, com localização diferente daquela que se consegue hodierno. O feto está representado com braços e pernas flexionados, cabeça fletida, em posição pronada e visualização de parte do cordão umbilical, o que conduz a verossimilhança de que durante a dissecção o feto se encontra-se como relatado no texto imagético, considerando a lógica adotado por ele na confecção de vários desenhos oriundos de seus estudos nesta perspectiva.


 Imagem: O feto no Útero (1512)



Em torno do desenho central, identificam-se os esboços das camadas teciduais do útero, entendidas como as vilosidades. Parâmetros celulares, composições anatômicas simétricas, e também o registro de possíveis anotações oriundas da dissecção de um corpo gravídico.
Sob outra lente, a autora da obra “Figurações do Corpo Feminino”, Maria do Sameiro Barroso (2010), verificou que, Leonardo Da Vinci ao desenhar as artérias uterinas com os ramos cérvicovaginais e demonstrar que o útero é constituído por uma cavidade única, e o feto dentro na cavidade, conferiu a representação forma realista, mostrando o que seria as membranas fetais e a placenta, fazendo dele o artista fundador da iconografia anatômica.
Com este detalhamento de parte do corpo feminino, Leonardo Da Vinci se mostrou a frente se seu tempo ao desenhar a anatomia de forma rebuscada do útero. Isto provavelmente foi possível em virtude da influência dos pensadores humanistas e textos gregos descobertos sobre a anatomia conhecida no período do movimento renascentista, que influenciaram a igreja a aceitar a dissecação dos corpos humanos.
O entendimento sobre o desenho, dentro das possibilidades da modalidade textual, foi possível identificar os refinamentos rebuscados mostrado no desenho do útero gravídico de autoria de Leonardo da Vinci no que tange o realismo expressado durante o movimento à época e a relação estabelecida entre o feto e o útero feminino, contraditória às relações estabelecidas pela sociedade durante o movimento renascentista.
Referencias
BARROSO, M. S. Figurações do corpo feminino  do século XV ao século XVIII. In: CARDOSO, A., OLIVEIRA, A. B., MARQUES, S. M. Arte Médica e Imagem do Corpo: de Hipócrates ao final do século XVIII. [catálogo]. Lisboa, 2010.
DIAZ, G.  Da Anatomia Medieval à Anatomia Moderna – Um pequeno ensaio a partir de Rembrandt”, 2009.
Autores: 

         
  Mercedes Neto[1]
 Fernando Porto[2]


[1] Doutoranda do Programa de Pós-Graduação Doutorado em Enfermagem e Biociências da Escola de Enfermagem Alfredo Pinto, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro.
[2]  Doutor em Enfermagem e pós-doutor pela Universidade de São Paulo. Professor da Escola de Enfermagem Alfredo Pinto e do Programa de Pós-Graduação Doutorado em Enfermagem e Biociências da Escola de Enfermagem Alfredo Pinto, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – Orientador.